1.23.2006

O festim dos Prunus


(Monsanto, Lisboa)


(Monsanto, Lisboa)

O festim de tons brancos e rosados dos Prunus iniciou-se há mais de uma semana.

Ainda não vai ser este ano que vamos ver as cerejeiras-do-japão do Jardim Comemorativo dos 460 anos de Amizade entre Portugal e Japão a bulir.


(imagens da Proap)

2 Comentários:

Blogger catarina disse...

1. os prunus têm momentos destes...
quando conseguem ultrapassar o anonimato a que ficam sujeitos no talude de uma autoestrada, cristalizando o momento de glória de uma sementeira ocasional.

2. sem querer subestimar a expectativas que tenho acerca do cerejal japonês, levanto uma perplexidade (pequena): o que faz um canal de água junto ao rio... redundância ou ?

24/1/06 21:15  
Blogger Diamantino disse...

Gosto muito da ideia de plantar densamente árvores da mesma espécie num espaço. Acho que proporciona uma experîência ou visão particular, que nos permite entender uma espécie de uma forma totalmente diferente do que se visualizássemos apenas um pequeno grupo ou uma mistura muito heterógenea de várias espécies. Para defesa desta teoria(?) dou o exemplo dos pinhais e dos choupais, que formam ambientes realmente únicos.

Agrada-me a ideia das cerejeiras, em quantidade, em massa. Mas também tenho dúvidas, especialmente quanto às dimensões do espaço - que parece pequeno - e quanto aos equipamentos - realmente, para quê uma peça de água junto ao tejo? para estar sempre com coisinhas a boiar? e o edifício não quebra a ideia da plantação massiva?.

Ainda assim o que me preocupa mais é a capacidade das cerejeiras resistirem à salsujem, pois ali o rio já não é de águas muito doces...

De qualquer forma, o projecto parece-me bom, pelas razões inicialmente referidas e porque, pelo menos, não é mais um relvadinho com três palmeiras, mas um espaço com um ambiente diferente.

25/1/06 17:22  

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