3.09.2006

4 Biennal Europea de Paisatge


A 4ª Bienal Europeia de Paisagem, organizada pela Secção de Barcelona do Col-legi d’Arquitextes de Catalunya (COAC), pelo mestrado em Arquitectura da Paisagem da Universitat Politècnica de Catalunya e pela Associació d’Amics de la Universitat Politècnica de Catalunya, ocorre entre 23 e 25 de Março.
Contrariando o que vinha a ser hábito nas anteriores três sessões, a bienal foge de um único tema, propondo “uma estrutura mais complexa, de forma a diversificar e enriquecer os conteúdos do simpósio”. Assim, no primeiro dia são apresentados os 10 finalistas do Prémio Europeu de Arquitectura Paisagista Rosa Barba:

1. Latitude Nord, Gilles Vexlard e Laurence Vacherot


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)

2. Karres en Brands, Sylvia Karres e Bart Brands


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)


(imagens Kuhn Truninfer Landschaftarchitekten GMBH )

4. AKKA, Anna Kucan


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)


(imagens Vetsch Nipkow Partner AG)

6. Pere Joan Revetllat i Mira e Carme Ribas Seix, Arquitectes


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)


7. Janson + Wolfrum, Architektur+Stadtplanung


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)

8. Toni Gironès Saderra


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)

9. Paysages - David Verport


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)

10. RCR . Rafael Aranda, Carme Pigem, Ramon Vilalta


(imagem em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)


No segundo dia, provavelmente o mais interessante, é constituído por debates comissariados pela arquitecta paisagista Catherine Mosbach em torno do tema “Paisagem: um produto – uma produção”.

A paisagem como produto quer enfatizar a conotação resultante como produto de um programa de necessidades: funções contextos... Resultados que podem reduzir-se a colmatar falta ou uma negligência.
A paisagem (o projecto) seria então «estável, definido, predefinido e actual», concebido para acompanhar uma sociedade num dado momento e instruir os seus lugares de vida.

A paisagem como produção introduz, em câmbio, as noções de processo e protagonistas, de participação e desenvolvimento, de interface e aleatoriedade. Estes aspectos interrogam os conceitos de finalidade, movimento, evolução e memória viva ou em stock. Falam-nos do papel fundamental da actividade reflexiva e da análise casuística.

É para a tensão entre estes dois pólos que Catherine Mosbach conduzirá o debate e as contribuições dos convidados, propondo, em “campo aberto”, uma aproximação à profissão a partir de pontos de vista diferentes: da arquitectura para a arte, da teoria para a técnica, da crítica para a paisagem.
(texto em 4ª Bienal Europeia de Paisagem)

No último dia, é convidado um território: o IBA Fürst-Puckler-Land. Trata-se de uma recuperação a larga escala de uma mina em céu aberto de lignite.

1 Comentários:

Anonymous Handprint disse...

Vou estar atento...

15/3/06 16:57  

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